sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Crítica: Uncharted - Fora do Mapa

 


O esperto Nathan Drake (Tom Holland) é recrutado pelo caçador de tesouros Victor “Sully” Sullivan (Mark Wahlberg) para recuperar uma fortuna perdida há 500 anos. O que começa como um golpe, acaba se tornando uma aventura épica que se estende por todo o mundo para alcançar o tesouro antes do implacável Moncada (Antonio Banderas), que acredita que é o herdeiro legítimo da fortuna. Se Nate e Sully forem capazes de decifrar as pistas para resolver um dos mistérios mais antigos do mundo, eles podem encontrar o tesouro e talvez até o paradeiro do irmão há muito tempo perdido de Nathan... mas só se eles aprenderem a trabalhar juntos. 


Nossa Opinião:

Essa é a versão cinematográfica de uma franquia de sucesso do Playstation. Por isso, existe uma expectativa muito grande no nicho gamer. A escolha do jovem Tom Holland como o protagonista Nathan Drake não é a toa. O sucesso do Spider-Man: No way Home pelos cinemas no mundo todo foi escolha certa para o papel.

Para quem desconhece, o personagem é um caçador de tesouros a la Indiana Jones. Um personagem perfeito para um belo filme de ação. Mesmo sendo uma história de origem, o filme coloca o marcos para o início de uma nova franquia cinematográfica.  É sem dúvida uma boa aposta que pode ter inúmeras possibilidades. 

Como já foi dito, o filme é um bom filme de ação e recomendado para toda família. Não deixe de assistir as duas cenas extras no final do filme. 


Estreia: 17 de fevereiro 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Crítica - Morte no Nilo


As férias do detetive belga Hercule Poirot, no Egito, a bordo de um glamoroso navio cruzeiro, transformam-se numa procura terrível por um assassino, quando a lua de mel idílica de um casal perfeito é tragicamente interrompida. Situado num cenário épico de paisagens desertas arrebatadoras e as majestosas pirâmides de Gizé, este conto de desenfreada paixão e ciúme incapacitante apresenta um grupo cosmopolita de viajantes impecavelmente vestidos, e voltas e reviravoltas suficientes para deixar o público expectante até ao chocante desfecho final.


Nossa Opinião:

    Em uma continuação direta do filme Assassinato no Expresso do Oriente de 2017, estamos diante de uma nova versão de uma das inúmeras desventuras do detetive Hercule Poirot, consagrado personagem de Agatha Christie. 
   Nesse filme, percebemos uma visão mais humana do metódico protagonista (e provavelmente portador do Transtorno Compulsivo Obsessivo). Detalhes que o tornam empático para o público e diferente do que foi visto em seu filme anterior. Esse rico personagem se apresenta literalmente como uma "mosca na parede", ou seja, observando tudo aquilo que acontece a sua volta. 
    A direção do filme opta em mostrar o protagonista sempre um segundo plano em um primeiro momento. Quando ele assume sua parte, com o brilhantismo que lhe é peculiar, ocorre uma mudança que mostra que há mais de um "plot" no filme. Isso o torna especial.  
       É um ótimo filme e tem a nossa recomendação. Para quem conhece o personagem, vale conferir essa abordagem nova.    

Estreia Nacional: 10 de fevereiro de 2022

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Crítica - Belle

Suzu é uma estudante de ensino médio de 17 anos que mora em uma aldeia rural com o pai. Por anos, ela foi apenas uma sombra de si mesma. Um dia, ela entra em “U”, um mundo virtual de 5 bilhões de membros na internet. Lá, ela não é mais Suzu, mas Belle, uma cantora mundialmente famosa. Ela logo se encontra com uma criatura misteriosa. Juntos, eles embarcam em uma jornada de aventuras, desafios e amor, em busca de tornarem-se quem realmente são.




Nossa Opinião:

Como sempre começo a assistir o filme sem ter tido acesso ao conteúdo do filme.  E foi uma surpresa. Uma animação que mistura imagens reais com animação propriamente dita como se fosse uma técnica de colagem no que se refere a sua estética. 
Ela se apresenta como híbrido entre conto de fadas e realidade atual. Em um primeiro momento o filme se mostrar um pouco confuso. A melhor forma para identificar isso seria como se estivessemos lendo um livro por capítulos. A narrativa muda de foco muito sutilmente. A recomendação é se deixar levar. O sucesso dessa animação é sem dúvida essa jornada "louca" que te leva a lugares inesperados. 
Essa é uma animação com um foco mais adulto que faz com que nossa recomendação seja jovens de 14 anos para cima. É um bom filme.

Estreia nacional :  27 de Janeiro de 2022

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Crítica: King´s Man

 


Em King’s Man: A Origem, quando um grupo formado pelos piores tiranos e criminosos mais cruéis de todos os tempos planeja uma ameaça capaz de matar milhões de inocentes, um homem é obrigado a correr contra o tempo na tentativa de salvar o futuro da humanidade.


Nossa Opinião:

Em um primeiro momento podemos imaginar que estamos diante de uma bomba, o que não é o caso. O filme que trata da origem da agência secreta Kingsman é melhor que sua continuação (Kingsman: Golden Circle). A sensação que a repercução do outro filme foi tão ruim, que o seu diretor Matthew Vaughn mandou não só a outra escritora Jane Goldman para fora como fez de tudo para vender a essa história. (Lembre-se que no filme anterior tínhamos um elenco estelar e não houve esse retorno como era esperado)

E como esse prequal é melhor? Porque ele consegue amarrar a trilogia com informações que tornam os outros filmes bem mais interessantes. Para entender o que eu estou falando seria legal rever os dois filme, mas duvido que você vai fazer isso. Vou dar um exemplo que a maioria deve ter passado desapercebido: Nesse filme é contado como foi a origem do prova de "consagração" de um agente.  

É sem dúvida um ótimo filme de ação e divertido. Recomendação é para assistir se for fã ou por falta de opção. Lembre-se que é um filme baseado em quadrinhos então não levem tudo muito a sério. Por sinal, para minha surpresa, há uma cena extra no pós-créditos. Esse elenco funcionou tão bem que, talvez o diretor tenha planos para outro filme. Quem sabe.




terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Crítica : Matrix Resurrection


 

Esse é o novo filme da franquia Matrix, continuando a saga de Neo (Keanu Reeves) em sua busca pela libertação das pessoas aprisionadas mentalmente pelas máquinas. Passando-se 20 anos após os acontecimentos de de Matrix Revolutions, Neo vive uma vida aparentemente comum sob sua identidade original como Thomas A. Anderson em São Francisco, Califórnia, com um terapeuta que lhe prescreve pílulas azuis para neutralizar as coisas estranhas e não naturais que ele ocasionalmente vislumbra em sua mente. 
Ele também conhece uma mulher que parece ser Trinity (Carrie Anne-Moss), mas nenhum deles se reconhece. No entanto, quando uma nova versão de Morpheus oferece a ele a pílula vermelha e reabre sua mente para o mundo da Matrix, que se tornou mais seguro e perigoso nos anos desde a infecção de Smith, Neo volta a se juntar a um grupo de rebeldes para lutar contra um novo e mais perigoso inimigo e livrar todos da Matrix novamente.
Nossa Opinião:

Antes de começar essa crítica é preciso que os fãs dessa tão amada franquia deixem sua paixão um pouco de lado para permitir uma análise mais fria do filme. Assim permitindo aos nossos leitores a escolherem se devem ou não assistir ao filme. 

Dito isso, vamos a nossa crítica. Estamos diante vinte anos desde que a indústria cinematográfica recebeu todas as inovações que Matrix trouxe em termos de tecnologia e história. As irmãs Wachowski colocaram seu nome na história com uma revolução que foi Matrix em 1999. Mesmo como já fora dito que o filmes das irmãs eram um plágio do filme Dark City, a justiça america colocou um fim nisso dando ganho de causa para elas.  

O fato de tamanho sucesso, acredito eu foi a inovação de uma história que fosse apresentado em diversos meios (Cinema, Jogos, Animações) e de alguma forma estarem interconectados a uma história principal [Temos um Marvel´s Cinematic Universe como exemplo funcional disso].

Quando chegamos em Resurrections, temos um grande impacto ao ver um filme que faz uma metalinguagem de si mesmo. Referenciando-se a todo tempo com enormes "flasbacks" e fazendo piada da situação da criação de um filme novo a uma trilogia fechada. Não se assuste, o filme continua sendo um filme de ação. O que eu me questiono é se o filme vale ser um longa metragem ou poderia ser uma série no HBO MAX. 

Como alguém que viu tantas vezes esse filmes, eu via enquadramentos iguaizinhos que apareceram em outros filmes. Devo confessar que isso foi muito desgastante para mim. Não significa que isso vai ser para você. Principalmente se você nunca assistiu nenhum dos filmes. Outro detalhe é que nesse filme não temos a presença do filtro verde que era uma característica da trilogia. 

Tinha uma expectativa que não foi correspondida. Tudo bem. Acontece. Eu peço que se você for ao cinema assistir, que preste muita atenção. Existem personagens que simplesmente desaparecem. Se souberem, me avisem onde foram parar 😜. Se vocês querem muito assistir o filme no cinema, recomendo as salas IMAX (principalmente pelas cores incríveis que se destacam). Minha opinião é que dá para assistir quando chegar no stream numa boa.



sábado, 18 de dezembro de 2021

Crítica : Última Noite

Em Silent Night, acompanhamos a história de Nell (Keira Knightley), Simon (Matthew Goode) e seu filho Art (Roman Griffin Davis), uma família que está se preparando para receber amigos e familiares em um banquete de natal. Entretanto, tudo muda quando descobrem que todos vão morrer. Após uma nuvem venenosa chegar sobre o Reino Unido, a extinção é iminente. No YouTube, já é possível ver pessoas sangrando pelos olhos e ouvidos. No entanto, mesmo nesta hora de pavor final, anúncios felizes são feitos, desentendimentos surgem, pessoas dançam e ocorrem fraquezas comuns.


Nossa Opinião:

Fiquei muito surpreso positivamente pela forma que o roteiro do filme apresenta o seu plot. Como sempre faço, procuro não ter acesso ao conteúdo do filme de maneira nenhuma para deixar que o filme se apresente. Em um primeiro momento o filme busca nos engajar como se estivéssemos vendo um retrato de nossas famílias. Busca uma proximidade de que estaríamos diante de mais um filme de natal. 

Entretanto, o filme começa a mudar de rumo, mostrando que na realidade ele é uma grande distopia. Seus personagens, que até aquele momento pareciam ser superficiais e cumprindo apenas os papéis designados pela família, mostram os seus monstros interiores diante da situação extrema. O filme é interessante e indicado para quem gosta de drama. Pode ser uma boa opção para quem não quer ver nada de natal nos cinemas nessa época de final de ano. 

A Última Noite -  Estréia nos cinemas dia 23 de dezembro
  


quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Crítica: House of Gucci


House of Gucci é baseado na história de Patrizia Reggiani, ex-mulher de Maurizio Gucci, membro da família fundadora da marca italiana Gucci. Patrizia conspirou para matar o marido em 1995, contratando um matador de aluguel e outras três pessoas, incluindo o terapeuta. Ela foi considerada culpada e condenada a 29 anos de prisão. Quase 3 décadas de amor, traição, decadência, vingança e assassinato, o filme revela a importância e poder que o nome Gucci carrega e o quanto a família faz para ter o controle.


Nossa Opinião:

Estamos falando de um de Ridley Scott. Um filme denso. Um filme extenso e que precisa ser assim. Quando faço parte de uma cabine de imprensa, como foi o caso de desse, procuro não pesquisar nada e nem ver nada do filme. Assim eu deixo que o filme fale por si só. E o que temos são personagens carismáticos que precisam ser acompanhados com o máximo de atenção pelo telespectador desde o início do filme. Patrizia e Maurizio são os condutores desse drama familiar. 
Pelo olhar deles vemos a ascensão e queda de um império familiar que se tornou maior que seus membros e para história da moda. No que se refere as atuações de Lady Gaga e Adam Driver são excelentes. Recomendo o filme. Como disse anteriormente, é um filme denso e que vale a pena ser assistido.