sábado, 18 de dezembro de 2021

Crítica : Última Noite

Em Silent Night, acompanhamos a história de Nell (Keira Knightley), Simon (Matthew Goode) e seu filho Art (Roman Griffin Davis), uma família que está se preparando para receber amigos e familiares em um banquete de natal. Entretanto, tudo muda quando descobrem que todos vão morrer. Após uma nuvem venenosa chegar sobre o Reino Unido, a extinção é iminente. No YouTube, já é possível ver pessoas sangrando pelos olhos e ouvidos. No entanto, mesmo nesta hora de pavor final, anúncios felizes são feitos, desentendimentos surgem, pessoas dançam e ocorrem fraquezas comuns.


Nossa Opinião:

Fiquei muito surpreso positivamente pela forma que o roteiro do filme apresenta o seu plot. Como sempre faço, procuro não ter acesso ao conteúdo do filme de maneira nenhuma para deixar que o filme se apresente. Em um primeiro momento o filme busca nos engajar como se estivéssemos vendo um retrato de nossas famílias. Busca uma proximidade de que estaríamos diante de mais um filme de natal. 

Entretanto, o filme começa a mudar de rumo, mostrando que na realidade ele é uma grande distopia. Seus personagens, que até aquele momento pareciam ser superficiais e cumprindo apenas os papéis designados pela família, mostram os seus monstros interiores diante da situação extrema. O filme é interessante e indicado para quem gosta de drama. Pode ser uma boa opção para quem não quer ver nada de natal nos cinemas nessa época de final de ano. 

A Última Noite -  Estréia nos cinemas dia 23 de dezembro
  


quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Crítica: House of Gucci


House of Gucci é baseado na história de Patrizia Reggiani, ex-mulher de Maurizio Gucci, membro da família fundadora da marca italiana Gucci. Patrizia conspirou para matar o marido em 1995, contratando um matador de aluguel e outras três pessoas, incluindo o terapeuta. Ela foi considerada culpada e condenada a 29 anos de prisão. Quase 3 décadas de amor, traição, decadência, vingança e assassinato, o filme revela a importância e poder que o nome Gucci carrega e o quanto a família faz para ter o controle.


Nossa Opinião:

Estamos falando de um de Ridley Scott. Um filme denso. Um filme extenso e que precisa ser assim. Quando faço parte de uma cabine de imprensa, como foi o caso de desse, procuro não pesquisar nada e nem ver nada do filme. Assim eu deixo que o filme fale por si só. E o que temos são personagens carismáticos que precisam ser acompanhados com o máximo de atenção pelo telespectador desde o início do filme. Patrizia e Maurizio são os condutores desse drama familiar. 
Pelo olhar deles vemos a ascensão e queda de um império familiar que se tornou maior que seus membros e para história da moda. No que se refere as atuações de Lady Gaga e Adam Driver são excelentes. Recomendo o filme. Como disse anteriormente, é um filme denso e que vale a pena ser assistido.

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Crítica: Love, Victor

O adolescente Victor está em uma jornada de autodescoberta durante a qual enfrenta desafios em casa, se ajusta a uma nova cidade, a um novo colégio e com sua orientação sexual.



Nossa Opinião

Essa é uma grata surpresa no serviço de Streaming HULU nos Estados Unidos e no Star+ no Brasil. A história é muito doce e de fácil associação para a comunidade Gay SIS que em algum momento já passou pelo que o jovem Victor passa. Essa história é um spin-off do filme "Love, Simon" o que torna obrigatório (na verdade não. A série pode ser vista tranquilamente sem ter visto o filme) ver o filme anterior para não ficar boiando com as interações.
Outra questão é histórico da família latina de Victor, muito religiosa que promete se tornar um holofote nos problemas de Victor. Ainda sim, a série encara toda a jornada de descoberta da sexualidade de Victor com doçura, até nos momentos mais sérios. É uma série leve para ver quando se precisa esquecer dos problema do dia-a-dia. Recomendo. 

sábado, 23 de outubro de 2021

Crítica - Only Murders in the Building



 


Only Murders in the Building (Homicídios ao Domicílio) é uma série de televisão de comédia e mistério norte-americana, criada por Steve Martin e John Hoffman. A série, composta por dez episódios, estreou em 31 de agosto de 2021, no Hulu. Only Murders in the Building segue três estranhos, interpretados por Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, que compartilham uma obsessão por um podcast de true crime. Depois de um assassinato em seu prédio, os três vizinhos decidem começar seu próprio programa que cobre a investigação do assassinato. Only Murders in the Building recebeu críticas amplamente positivas dos críticos, que elogiaram particularmente sua abordagem cômica da ficção policial e as performances dos atores principais. Em setembro de 2021, a série foi renovada para uma segunda temporada.



Nossa Opinião:

Afirmo em dizer que estamos diante de uma obra prima do streaming. Não se surpreendam se futuramente essa série seja agraciada com vários prêmios EMMY. Roteiro fechado perfeitamente (raridade), gancho em TODOS os episódios, humor ácido na medida. Três pilares que sustentam o sucesso dessa série. Absolutamente tudo funciona nessa série. A atuação do protagonistas até atuação  dos convidados especiais é digna de aplausos. Fotografia incrível, audio... Difícil achar alguma coisa que não me agrade.  

Há pontos na história que parecem que não foram explorados ao primeiro olhar, mas podem fazer parte do gancho para próxima temporada. Nessa série os detalhes importam muito. Talvez seja isso que me faz adorar ainda mais essa série. Recomendação é clara. 

A primeira temporada da Série já está disponível no STAR+

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Crítica: 007 - Sem tempo para morrer (No time to Die)

 


Em 007 - Sem Tempo Para Morrer, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.



Nossa Opinião:

Estamos diante da da última vez que Daniel Craig, na frente do papel de James Bond. Importante avisar a você que fará uma enorme diferença rever os últimos filmes do espião britânico para ter um aproveitamento maior do filme, uma vez que ele vem dentro de um escopo introduzido pelos outros filmes. Não se preocupe se não tiver acesso aos filmes anteriores: O filme basta por si só também.

Um filme extenso (são três horas de duração) com pequenas barrigas que quebram um pouco a ação embriagante que sempre trouxe os fãs da franquia para ver o filme. Você no final do filme analisa que esses momento são importantes para trama, o que acaba não sendo um problema no final das contas. 

Tivemos oportunidade em assistir o filme em uma sala IMAX (que é de uma qualidade absurda sonoramente falando e imagem nem se fala) que permitiu identificar os momentos em que o diretor Cary Fukunaga  queria passar a impressão que estávamos junto com a ação do Bond. Pequenos detalhes que fazem toda a diferença no final.

A recomendação é para todos assistirem o filme. Se puderem pegar uma sala IMAX, melhor. Vale muito a pena. Gostaria de falar mais, mas isso seria spoiler.

O filme estréia agora dia 30 de Setembro de 2021 nos cinemas


sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Crítica: Everybody is Talking about Jamie


    Inspirado por acontecimentos reais, Everybody's Talking About Jamie é a adaptação cinematográfica do premiado musical do West End de Londres, sobre Jamie New (o recém-chegado Max Harwood), um adolescente em uma cidade operária inglesa com um sonho de vida no palco. Enquanto seus colegas planejam seu sustento após a formatura, Jamie contempla revelar sua ambição de carreira secreta como uma fabulosa e orgulhosa drag queen

    Sua melhor amiga Pritti (Lauren Patel) e sua mãe amorosa (Sarah Lancashire) dão-lhe um apoio infinito enquanto a lenda drag local Miss Loco Chanelle (Richard E. Grant) o orienta em sua apresentação de estréia no palco. Mas nem tudo são arco-íris para Jamie como seu pai caloteiro (Ralph Ineson), uma conselheira de carreira pouco inspirada (Sharon Horgan) e alguns alunos ignorantes da escola que tentam chover em suas aspirações sensacionais. Em números musicais vibrantes e coloridos, Jamie e sua comunidade inspiram uns aos outros a serem mais receptivos e a ver o valor de enfrentar a adversidade saindo da escuridão para os holofotes.

 


Nossa Opinião:

    Antes de mais nada, em razão da minha função devo deixar claro para você que essa não será uma crítica. Porque você me pergunta? Já conhecia o musical do West End (graças ao Youtube) e gosto muito. Mesmo que utilize dos mesmos critérios técnicos que faço em outras críticas, acho importante deixar essa informação clara. O profissionalmente é importante deixar isso destacado pois o que vou fazer é um relato opinativo e não uma crítica como deveria ser. Desculpe. 
    Um musical baseado em um documentário (o verdadeiro Jamie, passa nos créditos finais com sua mãe) conta a história de Jamie New, um jovem de quatorze anos que vive na pequena cidade de Sheffield, Inglaterra. Sua história conta não só como alcançou a realização do seu sonho, mas também como enfrentou seu problemas pessoais.
    O elenco cheio dos atores originais do musical e músicas novas usam da jornada de Jamie como uma forma de mostrar que o "Movimento" Drag, é na realidade uma revolução social. Recomendo esse filme para jovens e famílias aptas a lidar com a realidade. Certeza que você vai sair cantarolando  alguma da músicas do filme depois de assistir. 
    O Filme já está disponível na Amazon Prime Vídeo

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Crítica - Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

 

Em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Shang-Chi é um jovem chinês criado por seu pai em reclusão, sendo treinado em artes marciais. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.


Data de Estréia: 2 de Setembro 2021




Nossa Opinião:


    Rebatendo inúmeras críticas à Hollywood, Os Estúdios Marvel apresentaram o seu representante asiático. Representatividade é uma questão que ordem e Shang-chi é um personagem que integra os Vingadores e tem um claro direcionamento mercadológico para o rentável mercado Chinês. Sua história em um primeiro momento parece absolutamente deslocada da narrativa que a Marvel nos acostumou a assistir.
     Com o decorrer do filme, a narrativa volta a mostrar aquilo que estamos acostumados a assistir: Um ótimo filme e absolutamente cheio de referências! (aqui fica a minha recomendação para assistir O Marvel Legends: Shang-Chi no Disney Plus ou reassistir Homem de Ferro 1 e 3). Esse filme também vai pegar os amantes de cenas de lutas marciais pois é absolutamente recheado de cenas de ação do início ao fim.
    A recomendação é garantida para o cinema. Inclusive, se tiverem oportunidade de assistirem em um cinema IMAX, eu indicaria. Busquem salas com uma boa qualidade de som por que faz diferença. ENTRETANTO, estamos em um momento de pandemia. Ir ao cinema é um ato de bravura e que exige de cada um de nós respeito e civilidade
    Sigam todas as recomendações: desde o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social dentro da sala de cinema isso já imaginando que você já tenha tomado vacina. Ainda sim, estamos falando de um risco. Se você conseguir aguardar a 45 dias, poderá assistir o filme no Disney Plus. Vale muito a pena! Não percam a cena pós-créditos.