quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Crítica: 007 - Sem tempo para morrer (No time to Die)

 


Em 007 - Sem Tempo Para Morrer, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.



Nossa Opinião:

Estamos diante da da última vez que Daniel Craig, na frente do papel de James Bond. Importante avisar a você que fará uma enorme diferença rever os últimos filmes do espião britânico para ter um aproveitamento maior do filme, uma vez que ele vem dentro de um escopo introduzido pelos outros filmes. Não se preocupe se não tiver acesso aos filmes anteriores: O filme basta por si só também.

Um filme extenso (são três horas de duração) com pequenas barrigas que quebram um pouco a ação embriagante que sempre trouxe os fãs da franquia para ver o filme. Você no final do filme analisa que esses momento são importantes para trama, o que acaba não sendo um problema no final das contas. 

Tivemos oportunidade em assistir o filme em uma sala IMAX (que é de uma qualidade absurda sonoramente falando e imagem nem se fala) que permitiu identificar os momentos em que o diretor Cary Fukunaga  queria passar a impressão que estávamos junto com a ação do Bond. Pequenos detalhes que fazem toda a diferença no final.

A recomendação é para todos assistirem o filme. Se puderem pegar uma sala IMAX, melhor. Vale muito a pena. Gostaria de falar mais, mas isso seria spoiler.

O filme estréia agora dia 30 de Setembro de 2021 nos cinemas


sexta-feira, 17 de setembro de 2021

Crítica: Everybody is Talking about Jamie


    Inspirado por acontecimentos reais, Everybody's Talking About Jamie é a adaptação cinematográfica do premiado musical do West End de Londres, sobre Jamie New (o recém-chegado Max Harwood), um adolescente em uma cidade operária inglesa com um sonho de vida no palco. Enquanto seus colegas planejam seu sustento após a formatura, Jamie contempla revelar sua ambição de carreira secreta como uma fabulosa e orgulhosa drag queen

    Sua melhor amiga Pritti (Lauren Patel) e sua mãe amorosa (Sarah Lancashire) dão-lhe um apoio infinito enquanto a lenda drag local Miss Loco Chanelle (Richard E. Grant) o orienta em sua apresentação de estréia no palco. Mas nem tudo são arco-íris para Jamie como seu pai caloteiro (Ralph Ineson), uma conselheira de carreira pouco inspirada (Sharon Horgan) e alguns alunos ignorantes da escola que tentam chover em suas aspirações sensacionais. Em números musicais vibrantes e coloridos, Jamie e sua comunidade inspiram uns aos outros a serem mais receptivos e a ver o valor de enfrentar a adversidade saindo da escuridão para os holofotes.

 


Nossa Opinião:

    Antes de mais nada, em razão da minha função devo deixar claro para você que essa não será uma crítica. Porque você me pergunta? Já conhecia o musical do West End (graças ao Youtube) e gosto muito. Mesmo que utilize dos mesmos critérios técnicos que faço em outras críticas, acho importante deixar essa informação clara. O profissionalmente é importante deixar isso destacado pois o que vou fazer é um relato opinativo e não uma crítica como deveria ser. Desculpe. 
    Um musical baseado em um documentário (o verdadeiro Jamie, passa nos créditos finais com sua mãe) conta a história de Jamie New, um jovem de quatorze anos que vive na pequena cidade de Sheffield, Inglaterra. Sua história conta não só como alcançou a realização do seu sonho, mas também como enfrentou seu problemas pessoais.
    O elenco cheio dos atores originais do musical e músicas novas usam da jornada de Jamie como uma forma de mostrar que o "Movimento" Drag, é na realidade uma revolução social. Recomendo esse filme para jovens e famílias aptas a lidar com a realidade. Certeza que você vai sair cantarolando  alguma da músicas do filme depois de assistir. 
    O Filme já está disponível na Amazon Prime Vídeo

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Crítica - Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

 

Em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Shang-Chi é um jovem chinês criado por seu pai em reclusão, sendo treinado em artes marciais. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.


Data de Estréia: 2 de Setembro 2021




Nossa Opinião:


    Rebatendo inúmeras críticas à Hollywood, Os Estúdios Marvel apresentaram o seu representante asiático. Representatividade é uma questão que ordem e Shang-chi é um personagem que integra os Vingadores e tem um claro direcionamento mercadológico para o rentável mercado Chinês. Sua história em um primeiro momento parece absolutamente deslocada da narrativa que a Marvel nos acostumou a assistir.
     Com o decorrer do filme, a narrativa volta a mostrar aquilo que estamos acostumados a assistir: Um ótimo filme e absolutamente cheio de referências! (aqui fica a minha recomendação para assistir O Marvel Legends: Shang-Chi no Disney Plus ou reassistir Homem de Ferro 1 e 3). Esse filme também vai pegar os amantes de cenas de lutas marciais pois é absolutamente recheado de cenas de ação do início ao fim.
    A recomendação é garantida para o cinema. Inclusive, se tiverem oportunidade de assistirem em um cinema IMAX, eu indicaria. Busquem salas com uma boa qualidade de som por que faz diferença. ENTRETANTO, estamos em um momento de pandemia. Ir ao cinema é um ato de bravura e que exige de cada um de nós respeito e civilidade
    Sigam todas as recomendações: desde o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social dentro da sala de cinema isso já imaginando que você já tenha tomado vacina. Ainda sim, estamos falando de um risco. Se você conseguir aguardar a 45 dias, poderá assistir o filme no Disney Plus. Vale muito a pena! Não percam a cena pós-créditos. 












sábado, 24 de abril de 2021

Crítica: O Auto da Boa Mentira

 

Baseado na obra do aclamado escritor Ariano Suassuna, o Auto da Boa Mentira é um filme sobre a mentira. Dizem que mentira tem perna curta. Se isso é verdade, a bichinha corre rápido, viu! Em quatro histórias inspiradas em contos bem humorados de Ariano Suassuna, cada uma criada a partir de frases do poeta paraibano, conhecemos Helder (Leandro Hassum), Fabiano (Renato Góes), Pierce (Chris Mason) e Lorena (Cacá Ottoni), vivendo diferentes situações onde, ironicamente, a mentira é sempre a protagonista. Distribuído pela Imagem Filmes.
Estréia Prevista: 29 de Abril 2021.



Nossa Opinião:
Esse filme só mostra uma qualidade enorme que nosso cinema nacional alcançou a trancos e barrancos. Apesar do Brasil, o cinema brasileiro se mostra além de resiliente um expoente em qualidade técnica artística. Temos quatro contos contados com maestria.  Acredito realmente que o filme se comunica com todas as classes.  A mentira é um tema universal. O filme acaba mostrando as consequências em histórias divertidas. 
Sua apresentação simples pode levar facilmente a reflexões sobre a mentira. Indo muito além do entretenimento ou aos "causos" que tanto agradavam o próprio Ariano Suassuna.  A recomendação é para maiores de 12 anos.  Vale muito a pena.

quarta-feira, 31 de março de 2021

SPIRIT: O INDOMÁVEL, NOVA ANIMAÇÃO DA DREAMWORKS, GANHA TRAILER E PÔSTER OFICIAL

 

A Universal Pictures divulga o primeiro trailer e pôster de Spirit: O Indomável, nova animação da DreamWorks dirigida por Elaine Bogan (de “Como Treinar o Seu Dragão - A Série”) e codirigida pelo brasileiro Ennio Torresan (chefe de arte de “Abominável” e “O Poderoso Chefinho”), com estreia nos cinemas brasileiros agendada para 10 de junho.


A nova aventura cinematográfica que segue a jovem Lucky Prescott e retrata sua amizade com o cavalo selvagem Spirit, é inspirada na série original distribuída pela Netflix, da DreamWorks Animation Television, produzida a partir do filme indicado ao Oscar®, Spirit: O Corcel Indomável.





Uma aventura épica sobre uma garota obstinada que anseia por um lugar ao qual pertença e que descobre uma alma gêmea quando sua vida se cruza com um cavalo selvagem, Spirit: O Indomável é o próximo capítulo da amada história da DreamWorks Animation.


Lucky Prescott (Isabela Merced, de “Dora e a Cidade Perdida”) nunca conheceu realmente sua falecida mãe, Milagro Navarro (Eiza González, de “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”), uma destemida dublê de Miradero, uma pequena cidade fronteiriça.


Assim como sua mãe, Lucky não é exatamente uma fã de regras e restrições, o que tem causado grande preocupação em sua tia Cora (vencedora do Oscar®, Julianne Moore). Lucky cresceu em uma cidade da costa leste sob o olhar atento de Cora, mas quando Lucky pressiona sua própria sorte com muitas aventuras arriscadas, Cora decide mudar-se e a leva de volta para seu pai, Jim (o indicado ao Oscar® Jake Gyllenhaal), em Miradero.


Lucky está realmente não-impressionada com a pacata cidadezinha. Ela muda de ideia quando conhece Spirit, um cavalo selvagem que compartilha sua tendência independente, e torna-se amiga de duas cavaleiras locais, Abigail Stone (Mckenna Grace, de “Capitão Marvel”) e Pru Granger (Marsai Martin, de “A Chefinha”). O pai de Pru, o dono do estábulo Al Granger (vencedor do Emmy Andre Braugher, por “Brooklyn Nine-Nine” da Fox), é o melhor amigo do pai de Lucky.


Quando um tratador de cavalos sem coração (indicado ao Emmy Walton Goggins, por “Justified”) e sua equipe planejam capturar Spirit e sua manada e leiloá-los para uma vida de cativeiro e trabalho duro, Lucky convoca suas novas amigas e corajosamente embarca na aventura de uma vida inteira para resgatar o cavalo que deu a ela liberdade e um senso de propósito e ajudou Lucky a descobrir uma conexão com o legado de sua mãe e sua herança mexicana que ela nunca esperava.

sábado, 27 de março de 2021

Crítica - Os Novos Mutantes


Cinco jovens mutantes descobrem o alcance de seus poderes e lidam com traumas do passado. Eles são mantidos em uma instituição secreta pela Dra. Cecilia Reyes, que promete controlar suas habilidades. Porém, eles descobrem que nada é o que parece.

Nossa Opinião:

Estamos diante do último filme da Marvel que a Finada 20th Century Fox usava como tentativa depois dos filmes do X-Men (todos zuados em termos de cronologia) e o Road Movie que é o Logan. Temos que lembrar que o objetivo único da Fox era fazer qualquer coisa e vender para o público jovem que conhecia os quadrinhos e nunca ficava satisfeita com as adaptações cinematográficas.

É sem dúvida um filme que deveria ter permanecido como uma Graphic Novel. Apesar dos inúmeros efeitos especiais, a história não cativa ficando muito rasa no que seria a origem desse grupo de personagens. Tudo desse filme é muito periférico. Ele distrai para um filme de Tv aberta. Pode ser facilmente ignorado.

sexta-feira, 26 de março de 2021

O ESQUADRÃO SUICIDA GANHA TRAILER E NOVO PÔSTER

O roteirista e diretor James Gunn está de volta à aventura de ação de super-heróis, agora com a trupe de delinquentes mais degenerados da DC, em O Esquadrão Suicida, da Warner Bros. Pictures.


 

Bem-vindo ao inferno, também conhecido como Belle Reve, a penitenciária com a maior taxa de mortalidade nos Estados Unidos, onde são mantidos os piores supervilões, dispostos a fazer qualquer coisa para escapar – até mesmo integrar a supersecreta e supersombria Força Tarefa X. Qual é a missão de vida e morte para hoje? Reunir um grupo de prisioneiros de alta periculosidade como Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Sábio, Tubarão-Rei, Blackguard, Dardo, e a psicopata favorita de todos, Arlequina. Em seguida, armar todos até os dentes e jogá-los (literalmente) na remota ilha Corto Maltese. 


Na selva povoada de militantes adversários e forças de guerrilha que aparecem do nada a cada momento, os integrantes do Esquadrão estão em uma missão de busca e destruição, e o Coronel Rick Flag é o único homem em terra responsável por fazê-los se comportar... além dos técnicos do governo da equipe de Amanda Waller, falando em seus ouvidos e rastreando cada movimento deles. Como sempre, basta um movimento errado e eles vão acabar mortos (seja nas mãos dos inimigos da ilha, de um companheiro de equipe ou da própria agente Amanda Waller). Se alguém estivesse disposto a fazer uma aposta em dinheiro, a escolha mais inteligente seria contra eles, todos eles.