segunda-feira, 13 de junho de 2022

Crítica: Lightyear

 

Nesta aventura de ficção científica cheia de ação, conhecemos a origem definitiva de Buzz Lightyear (voz de Chris Evans), o herói que inspirou o brinquedo. “Lightyear” segue o lendário Space Ranger em uma aventura intergaláctica ao lado de um grupo de recrutas ambiciosos (vozes de Keke Palmer, Dale Soules e Taika Waititi), e seu companheiro robô Sox (voz de Peter Sohn). Também se juntam ao elenco Uzo Aduba, James Brolin, Mary McDonald-Lewis, Efren Ramirez e Isiah Whitlock Jr. Dirigido por Angus MacLane (co-diretor de “Procurando Dory”) e produzido por Galyn Susman, “Lightyear” estreia em 16 de junho de 2022, exclusivamente nos cinemas.



Nossa Opinião:

O Andy estava certo! Esse é um filme marcante da Pixar. A qualidade dessa animação é surpreendente! Temos um roteiro batido (nada de surpreendente, principalmente se você acompanhou a a saga Toy Story). Isso não tira o brilho e a ação que você simplesmente não imagina que vai ser apresentado nesse filme. 
Como todo filme da Pixar, sempre haverá uma lição entremeada na história. O público desse filme é bem definido: para galera nostalgica (com eu) e para uma criançada que nunca teve contato com o filme. O impacto fica na linguagem. A saída de uma linguagem infantil para uma história mais robusta (batida, porém robusta) marca uma mudança de entendimento do público. A recomendação é garantida. As crianças vão se divertir assim como os adultos. Há cenas extras no final do filme. 

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Crítica: Jurassic World - Domínio

Vivencie o final épico da era jurássica, com duas gerações se unindo pela primeira vez. Chris Pratt e Bryce Dallas Howard são acompanhados pela vencedora do Oscar® Laura Dern, Jeff Goldblum e Sam Neill em Jurassic World Domínio, uma nova aventura ousada, atemporal e de tirar o fôlego que abrange o mundo.
Do arquiteto e diretor de Jurassic World, Colin Trevorrow, Jurassic World Domínio acontece quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Jurassic World Domínio, da Universal Pictures e Amblin Entertainment, impulsiona a franquia de mais de US$5 bilhões para um território ousado e inexplorado, apresentando dinossauros nunca vistos, ação alucinante e novos efeitos visuais surpreendentes.



Nossa Opinião:

É o fim de um ciclo. O que começou com Jurassic Park chega ao fim com o Jurassic World - Dominio (isso se o filme não estourar no box office, aí vão inventar uma "continuação").  A saga de Michael Crichton que foi adaptada para o cinema teve altos e baixos durante sua duração. Na verdade, a distância entre os filmes foi determinante para o sucesso dos filmes. Assim, não é de assustar que o sucesso do primeiro Jurassic World se deu por conta de uma renovação do público que não conhecia o primeiro filme.
Sim, houve um enorme enfraquecimento da franquia com os filmes com roteiros fracos e que não se conectavam com os outros filmes (verdade que não havia uma preocupação pelos grandes estudios em criar obras que se conctavam entre si. Bastava gerar o dinheiro)
Essa mudança pela forma de consumir as histórias contadas pelos filmes fez com que esse último filme viesse a remendar tudo aquilo que os outros filmes não conseguiram. 
Domínio é um ótimo filme de ação que consegue trazer aos fãs dessa franquia um final digno. Com várias referências aos filmes anteriores e vários fã-services. Geralmente eu indico que se veja toda a saga para maximizar a experiência do filme (continua valendo) porém possível assistir esse filme sem ter visto os demais filmes. Para os fãs eu recomendo assistir em uma sala IMAX. Recomendação garantida para quem gosta de filme de ação.

terça-feira, 3 de maio de 2022

Crítica: Dr. Estranho no Multiverso da Loucura

 

O aguardado filme trata da jornada do Doutor Estranho rumo ao desconhecido. Além de receber ajuda de novos aliados místicos e outros já conhecidos do público, o personagem atravessa as realidades alternativas incompreensíveis e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.





Nossa Opinião:

É uma filme com um enorme hype e que trás consigo muita responsabilidade. A publicidade feita sobre o filme além de um evidente medo de que o público não viesse a compreender o conceito do multiverso fizeram com que a história tomasse um caminho no mínimo duvidoso.
Stephen Strange parece ainda estar sofrendo o seu arco de rendenção que começou no seu filme principal. (pulando os os filmes Guerra infinita, Endgame e Homem Aranha: Sem volta para casa) O importante do filme está em como ele se relaciona com os seus conflitos pessoais. Há novos personagens na trama e reviravoltas que precisam que o telespectador venha assistindo por exemplo o Wandavision.  Diria que é OBRIGATÓRIO assistir o Wandavision ou Marvel Legends da Wanda.
Não há o que se questionar que estamos falando de um bom filme. Um pouco triste por não ver uma história mais profunda do Dr.. Ele é o protagonista mais ao mesmo tempo não é. Há duas cenas extras no filme depois do créditos. A recomendação é para assistir em salas IMAX. Assisti em uma sala Kinoplex e foi ótimo! Recomendação garantida. Gostaria de falar mais, mas é spoiler.



terça-feira, 5 de abril de 2022

Crítica: ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS SEGREDOS DE DUMBLEDORE

 

O professor Alvo Dumbledore (Jude Law) sabe que o poderoso mago das trevas Gellert Grindelwald (Mads Mikkelsen) está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico. Incapaz de detê-lo sozinho, ele pede ao magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) para liderar uma intrépida equipe de bruxos, bruxas e um corajoso padeiro trouxa em uma missão perigosa, em que eles encontram velhos e novos animais fantásticos e entram em conflito com a crescente legião de seguidores de Grindelwald. Mas com tantas ameaças, quanto tempo poderá Dumbledore permanecer à margem do embate?


Nossa Opinião:



Precisamos fazer esse destaque antes de falarmos sobre o filme. É impossível validar a essa altura em um novo século que existam pessoas como a autora da Saga Harry Potter e do Wizarding World, a Sra. J. K. Rowling ainda de alguma forma defenda a ideia da Transfobia. Pessoas morrem pelo fato de não poderem ser elas mesmas porque isso vem a ferir a concepção retrógrada do que vem a determinar o que uma pessoa é ou deixa de ser. 
Apenas no ano de 2021, o Brasil registrou 140 assassinatos de Pessoas Trans ou como muitas pessoas querem acreditar, pessoas com severos transtornos psíquicos. 
Esse ódio levou a vida de Paulo Vaz. Um policial e influencer digital que sofria constantemente ataques transfóbicos em suas redes sociais. Paulo era referência no país da necessidade de reconhecer o direitos da comunidade Trans. Nunca poderei dar um depoimento amplo o suficiente para descrever a necessidade do reconhecimento de direitos e respeito por não ter lugar de fala.  O que posso afirma com total certeza é que a luta para tornar-se o que se é sempre será dolorosa e válida. Passando por cima de quem for: seja você um ser inapto ao entendimento do mundo que distribua o ódio pelo ódio ou simplesmente por ser uma autora que não que dar o braço a torcer por vaidade e ego. Vidas Trans importam merecem respeito. 
Dito isso, vamos ao filme. 


Animais Fantásticos que foi originalmente apenas um livro agregado ao mundo de Harry Potter em março de 2001 se tornou algo muito maior que é o Wizarding World (Mundo Mágico).  Então precisamos entender que a Saga de Harry Potter se integra a esse Mundo posteriormente.  A Saga de Newt Scamander e seus amigos também se encerrará com um quinto filme (Assim é a informação que eu tenho no momento da publicação dessa crítica). Dessa forma, novas histórias poderão nascer dentro do universo criado pela autora.  

Mesmo com o afastamento do Johnny Depp do papel de Grindewald (lê-se o "w" com som de "V") e muito bem substituído pelo ator Mads Mikkelsen, o A. F.: Segredos de Dumbledor encerra muito bem o arco aberto pelos três primeiro filmes. Eu havia gostado muito do segundo filme mesmo ele tendo deixado alguns pontos sem nó. Esse filme encerra bem essa jornada. Não deixa a sensação de que está faltando alguma coisa nem cria um gancho para um próximo filme. (um beijo para os fãs de Duna) Maria Fernanda Cândido está linda no filme mesmo com a sua pequena, porém importante participação. Tomará que ela volte para os próximos filmes.

Um filme leve como deveria ser. Uma história muito bem contada e que me fez abrir um sorriso no cinema por poder estar aliviando os problemas da cabeça. A recomendação para um melhor aproveitamento da história seria assistir os outros dois filmes antes de assistir esse. Mas já adianto que que se não puder, o filme vai funcionar também.  O filme foi em salas tradicionais mas quem puder assistir em IMAX está disponível. Super recomendo. 

quarta-feira, 30 de março de 2022

Crítica: Morbius

 


Um dos personagens mais interessantes e conflituosos da Marvel chega à tela grande com o vencedor do Oscar Jared Leto se transformando no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal - ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos 



Nossa Critica:
Vamos lá. Antes de começar com a nossa crítica temos de estabelecer um entendimento mercadológico do cinema: enquanto der dinheiro vai existir. Seja qual for o formato desde que atenda um mercado com dinheiro para consumir aquele conteúdo. E a palavra chave dos últimos anos se chama Marvel. Graças a um bem fechado acordo, muito antes do Universo Cinematográfico Marvel, a Sony Pictures tem uso irrestrito a tudo ligado ao Homem Aranha. O bom relacionamento com a Marvel Estúdios permitiu que seus filmes integrassem esse Universo. 
Assim, os filmes produzidos pela Sony poderiam gerar alguma reverberação/consequência nesse universo.

Não surpreende filmes como Venon e até mesmo Morbius como forma de aproveitar o hype. Tão pouco a criação de mais filmes de origem de outros personagens. É um pote de ouro.

Dito isso vamos ao filme em si. Acho que nem mesmo os fãs do quadrinho vão gostar do que foi apresentado. Um roteiro do tipo colcha de retalhos que misturam o médico e o monstro com a jornada do herói... Sim, você leu certo. Transformaram o vilão do Homem Aranha em herói. Pelo menos tentaram. Não há profundidade no filme para justificar isso. 

Pior, a atuação do Jered Leto é tão abaixo do que ele já fez que dá muita vergonha. Não parece que existe atuação (não é um elogio). Para quem é fã do ator, fica ai sua melhor atuação:
O filme conta com duas cenas pós créditos graças a Marvel e é isso. Geralmente eu indico o filme aos fãs de quadrinhos mas nem eles merecem esse tratamento. Foi muito ruim mesmo. Não vejam no cinema e esperem para ver na Tv aberta. 

terça-feira, 1 de março de 2022

Crítica: O Batman


Nos dois anos em que protegeu as ruas como Batman (Robert Pattinson), provocando medo no coração dos criminosos, Bruce Wayne mergulhou nas sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados confiáveis – Alfred Pennyworth (Andy Serkis), o comissário James Gordon (Jeffrey Wright) – em toda a rede de corrupção de personalidades de destaque e funcionários da cidade, o vigilante solitário tornou-se a única esperança de vingança entre seus concidadãos.

Quando um assassino mira a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, um rastro de pistas enigmáticas leva Batman, o Maior Detetive do Mundo, a investigar o submundo da cidade, onde encontra personagens como Selina Kyle, a Mulher-Gato (Zoë Kravitz), Oswald Cobblepot, também conhecido como Pinguim (Colin Farrell), Carmine Falcone (John Turturro) e Edward Nashton, também conhecido como Charada (Paul Dano). À medida que surgem evidências e as ações do criminoso apontam para uma direção mais clara, Batman precisa forjar novas relações, desmascarar o culpado e trazer justiça a Gotham City, há tanto tempo atormentada pelo abuso de poder e pela corrupção.


Nossa Opinião:

Temos que começar com esse aviso. Queridos adoradores do Universo DC e fãs do Batman em geral. Essa crítica está sendo feita de uma maneira mais criteriosa e não deve de forma alguma ser levada para o lado pessoal e das suas paixões pessoais. Trabalho para que cada vez mais haja filmes para agradar todos os grupos e que esses se sintam prestigiados.

Dito isso, vamos começar. Esse filme muda o posicionamento do personagem Batman. De todos os filmes existentes, sempre ficou claro que as motivações do homem morcego sempre o transformaram em um herói. Isso muda nesse filme. Ele assume uma postura de vigilante (que por acaso ja é um personagem da DC Comics conhecido como pacificador). Independente dos seus conflitos pessoais, ele parece fazer justiça com as próprias mãos.

O tom do filme é de uma graphic novel sendo transportada para sétima arte. Nesse quesito, o filme cumpre muito bem o seu papel. As atuações no filme não se destacam. Elas agregam ao produto final. Bem... talvez uma atuação em especial deve ser destacada...

(Apresentando o Batman EMO 😆)

Peço desculpas pela brincadeirinha, mas eu não consegui resistir. O que precisa ficar bem claro é que esse filme tem como objetivo também mostrar o personagem para uma nova geração. Talvez tenha sido uma abordagem mais humana e com mais conflitos gere um sentimento que possa se relacionar com um novo público que desconhece o paladino de Gotham City. 

Minhas críticas ficam para parte técnica do filme. Não é porque estamos vendo um filme de tom sombrio que a direção de fotografia deve ser básica. A comparação com o série Dark Knight do Cristopher Nolan nesse filme é necessária. Tom sombrio não é necessariamente escuridão. Em muitos momentos do filme os olhos ficam procurando o que ver. Acho que por isso, foi utilizado um filtro na pós-edição do filme que fica o tempo todo deixando as bordas do filme fora de foco (efeito oval) forçando nossa visão para o meio da tela. Fiquei me questionando se isso seria um efeito artístico do Diretor mas não foi o caso. Assistindo em IMAX,  isso fica gritante. 

Mesmo assim, esse é um filme que vai agradar tanto aos fãs quanto aos expectadores de cinema. As questões que eu levantei, não vão frustrar a sua apreciação do filme. Por sinal, um filme de três horas de duração. 

O Batman, estréia 03 de Março de 2022 nos cinemas.


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Crítica: Uncharted - Fora do Mapa

 


O esperto Nathan Drake (Tom Holland) é recrutado pelo caçador de tesouros Victor “Sully” Sullivan (Mark Wahlberg) para recuperar uma fortuna perdida há 500 anos. O que começa como um golpe, acaba se tornando uma aventura épica que se estende por todo o mundo para alcançar o tesouro antes do implacável Moncada (Antonio Banderas), que acredita que é o herdeiro legítimo da fortuna. Se Nate e Sully forem capazes de decifrar as pistas para resolver um dos mistérios mais antigos do mundo, eles podem encontrar o tesouro e talvez até o paradeiro do irmão há muito tempo perdido de Nathan... mas só se eles aprenderem a trabalhar juntos. 


Nossa Opinião:

Essa é a versão cinematográfica de uma franquia de sucesso do Playstation. Por isso, existe uma expectativa muito grande no nicho gamer. A escolha do jovem Tom Holland como o protagonista Nathan Drake não é a toa. O sucesso do Spider-Man: No way Home pelos cinemas no mundo todo foi escolha certa para o papel.

Para quem desconhece, o personagem é um caçador de tesouros a la Indiana Jones. Um personagem perfeito para um belo filme de ação. Mesmo sendo uma história de origem, o filme coloca o marcos para o início de uma nova franquia cinematográfica.  É sem dúvida uma boa aposta que pode ter inúmeras possibilidades. 

Como já foi dito, o filme é um bom filme de ação e recomendado para toda família. Não deixe de assistir as duas cenas extras no final do filme. 


Estreia: 17 de fevereiro 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Crítica - Morte no Nilo


As férias do detetive belga Hercule Poirot, no Egito, a bordo de um glamoroso navio cruzeiro, transformam-se numa procura terrível por um assassino, quando a lua de mel idílica de um casal perfeito é tragicamente interrompida. Situado num cenário épico de paisagens desertas arrebatadoras e as majestosas pirâmides de Gizé, este conto de desenfreada paixão e ciúme incapacitante apresenta um grupo cosmopolita de viajantes impecavelmente vestidos, e voltas e reviravoltas suficientes para deixar o público expectante até ao chocante desfecho final.


Nossa Opinião:

    Em uma continuação direta do filme Assassinato no Expresso do Oriente de 2017, estamos diante de uma nova versão de uma das inúmeras desventuras do detetive Hercule Poirot, consagrado personagem de Agatha Christie. 
   Nesse filme, percebemos uma visão mais humana do metódico protagonista (e provavelmente portador do Transtorno Compulsivo Obsessivo). Detalhes que o tornam empático para o público e diferente do que foi visto em seu filme anterior. Esse rico personagem se apresenta literalmente como uma "mosca na parede", ou seja, observando tudo aquilo que acontece a sua volta. 
    A direção do filme opta em mostrar o protagonista sempre um segundo plano em um primeiro momento. Quando ele assume sua parte, com o brilhantismo que lhe é peculiar, ocorre uma mudança que mostra que há mais de um "plot" no filme. Isso o torna especial.  
       É um ótimo filme e tem a nossa recomendação. Para quem conhece o personagem, vale conferir essa abordagem nova.    

Estreia Nacional: 10 de fevereiro de 2022

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Crítica - Belle

Suzu é uma estudante de ensino médio de 17 anos que mora em uma aldeia rural com o pai. Por anos, ela foi apenas uma sombra de si mesma. Um dia, ela entra em “U”, um mundo virtual de 5 bilhões de membros na internet. Lá, ela não é mais Suzu, mas Belle, uma cantora mundialmente famosa. Ela logo se encontra com uma criatura misteriosa. Juntos, eles embarcam em uma jornada de aventuras, desafios e amor, em busca de tornarem-se quem realmente são.




Nossa Opinião:

Como sempre começo a assistir o filme sem ter tido acesso ao conteúdo do filme.  E foi uma surpresa. Uma animação que mistura imagens reais com animação propriamente dita como se fosse uma técnica de colagem no que se refere a sua estética. 
Ela se apresenta como híbrido entre conto de fadas e realidade atual. Em um primeiro momento o filme se mostrar um pouco confuso. A melhor forma para identificar isso seria como se estivessemos lendo um livro por capítulos. A narrativa muda de foco muito sutilmente. A recomendação é se deixar levar. O sucesso dessa animação é sem dúvida essa jornada "louca" que te leva a lugares inesperados. 
Essa é uma animação com um foco mais adulto que faz com que nossa recomendação seja jovens de 14 anos para cima. É um bom filme.

Estreia nacional :  27 de Janeiro de 2022